Energia

Das águas gerais, a resistência de um povo

Vídeo mostra a resistência do povo geraizeiro e ribeirinho do oeste baiano, à construção de barragens, que os ameaçam de serem expulsos de suas terras e que tem o objetivo de beneficiar o agronegócio.

 

Brasil não deve ter nova usina nuclear até 2021

Para o período posterior, até 2030, governo estuda a construção de 4 a 8 centrais nucleares

Povos do São Francisco se preparam para a Marcha das Águas

Povos ribeirinhos, igrejas, escolas, comunidades tradicionais, movimentos sociais e organizações não governamentais de diversos municípios do Vale do São Francisco estão se preparando para participar da Marcha das Águas que acontecerá no dia 03 de junho em Itacuruba – PE. O evento é uma forma de chamar a atenção da sociedade para a defesa das águas contra a ameaça de construção de Usinas Nucleares na Bacia do São Francisco e a geração de energia nuclear no Brasil e no planeta.

Via Campesina Ocupa BR em Jequitaí (MG)

Neste momento mais de 200 pessoas do MST, MAB e CPT estão paralisando a BR 365. Esta mobilização faz parte do abril Vermelho que na Região Norte de Minas, denuncia a violência do latifúndio e a violação dos direitos humanos nos grandes projetos, como no caso do Projeto Jequitaí e do Gorutuba, desenvolvido pela CODEVASF.

As famílias reivindicam o assentamento dos acampados que estão há mais de seis anos em Jequitaí. Como os atingidos pela barragem do Projeto Jequitaí reivindicam o reassentamento para todos em condições de sobrevivência exigindo o diálogo com a CODEVASF.

Lideranças Tumbalalá reivindicam demarcação de terras e fim de grandes obras no rio São Francisco

Cercados por grandes empreendimentos e a presença não-indígena no território de ocupação tradicional, lideranças do povo Tumbalalá passaram esta semana pela Capital Federal para reivindicar a demarcação das terras, no norte da Bahia, e denunciar os impactos gerados por décadas de construções de hidrelétricas, sendo as mais recentes atreladas ao projeto da Transposição do rio São Francisco.

Energia eólica entra em choque com a conservação na Bahia

A Bahia vive um boom da energia eólica, com a concessão de mais de 130 licenças prévias de projetos que somam mais de 1.300 aerogeradores, de acordo com dados do governo do estado. Cada aerogerador possui rotores com 110m de diâmetro em torres com 100m de altura, uma estrutura que, somada à fundação, pesa 1,1 mil toneladas. Quando o assunto é geração de energia, existe uma simpatia natural quando se trata de uma matriz renovável, sem emissão de carbono e com baixo impacto ambiental. Com esses atributos, em geral, a energia eólica tem o apoio dos conservacionistas.

MG apresenta plano diretor para exploração de gás natural na bacia do São Francisco

A secretária de Desenvolvimento Econômico, Dorothea Werneck apresentou o “Plano Diretor para a Exploração de Gás Natural na Bacia do São Francisco”. Segundo ela, se as perspectivas positivas da existência do gás na região se confirmarem, este será um salto na diversificação da economia do Estado, que passará a contar com um leque amplo de possibilidades para a atração de novos empreendimentos. Para aproveitar melhor este potencial, o governo de Minas Gerais já conta com um plano de trabalho capaz de orientar os investimentos que serão feitos na região, bem como os principais segmentos que poderão utilizar o gás, seja diretamente, seja pela transformação em energia elétrica.

Usina hidrelétrica causa danos à bacia do rio São Francisco

A perda da vazão natural afeta populações ribeirinhas e a reprodução de várias espécies de peixes

Desgarrados da Terra - Colonos da Irrigação no Rio São Francisco

Vídeo mostra o conflito de terra gerado pela instalação de dois perímetros irrigados na Bacia do São Francisco, região do semiárido mineiro: Gurutuba e Jaíba. Estes projetos de irrigação, assim como outros no São Francisco, estão sendo retomados com a "febre" dos agrocombustíveis, principalmente para a produção de etanol.

Realização:

Rede Social de justiça e direitos humanos
Comissão Pastoral da Terra
Conselho Pastoral dos Pescadores
Articulação Popular São Francisco Vivo

Dilma e a esquerda sem povo

Os entraves políticos do governo Dilma não se dão apenas com sua fisiológica base aliada, mas também com aliados históricos que comungam muitas de suas causas.

Podemos citar inúmeros casos desse desencontro: o golpe na Articulação do Semiárido na questão das cisternas e da convivência com o semiárido; o não andamento da reforma agrária; a falta de diálogo com o sindicalismo, que no governo Lula era praticamente correia de transmissão do governo; silêncio e até conivência nas mudanças legais que afetam o meio ambiente, assim por diante.

Conteúdo sindicalizado